Defensoria Pública de Alagoas e faculdade inauguram Núcleo de Assistência Jurídica à mulher vítima da violência
O horário de funcionamento do Núcleo – que está situado na rua ao lado da Fama (no Colégio Santíssimo Sacramento), é das 08 às 12 horas, de segunda a sexta-feira e terá à disposição dois estagiários, um defensor público e três advogados
O Núcleo de Assistência Jurídica às mulheres vítimas de violência irá atender de segunda a sexta-feira, das 08 às 12 horas
A Defensoria Pública de Alagoas juntamente com a Faculdade de Maceió (FAMA) inaugurou, na noite de ontem (24), na própria faculdade, o Núcleo de Assistência Jurídica à mulher vítima da violência. A partir de segunda-feira (28), os assistidos pela Defensoria poderão encontrar os mesmos serviços obtidos na sede, além da área especial criada para atender a mulher que sofre maus-tratos previstos na lei Maria da Penha.
O horário de funcionamento do Núcleo – que está situado na rua ao lado da Fama (no Colégio Santíssimo Sacramento), é das 08 às 12 horas, de segunda a sexta-feira e terá à disposição dois estagiários, um defensor público e três advogados. O espaço faz parte do Núcleo de Práticas Jurídicas da faculdade, que foi cedido após à assinatura de um convênio de cooperação mútua, para que fosse disponibilizada uma estrutura pessoal e física para a instalação de atendimento dos jurisdicionados assistidos pelo órgão público.
De acordo com o Defensor Público Geral, Eduardo Antônio Lopes, a expectativa é de que o núcleo atenda o maior número possível de pessoas carentes, que procuram um bom atendimento e celeridade em seus problemas. “94% da população alagoana é carente. Temos a carência de espaço e de pessoal. E quanto maior disponibilidade desses recursos, mais atendimentos serão feitos a quem realmente precisa”, afirma.
Para o diretor geral da Faculdade de Maceió (FAMA), José Luitgard, a instituição não é apenas formadora de profissional, e sim de cidadãos. “Os ricos têm defesa, têm advogados, e os carentes estão buscando esse caminho – Muitas vezes castigados pela dor, sem disposição física nem para sonhar. E eles têm direito, além de encontrar cidadania, também de ter o melhor atendimento”, afirma.
